tudo sobre cavalo http://tudosobrecavalo.nireblog.com Sun, 16 Nov 2008 17:43:44 +0100 tudo sobre cavalo http://static.nireblog.com/imagenes/logo.png http://tudosobrecavalo.nireblog.com http://nireblog.com Os Quatro Principais Andamentos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/os-quatro-principais-andamentos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/os-quatro-principais-andamentos Andamentos
Os Quatro Principais Andamentos

passoPASSO - O passo é o andamento natural, a quatro tempos, marcado pela progressão sucessiva de cada para lateral de pés. Quando a marcha começa com a perna posterior esquerda, a sequência é a seguinte: posterior esquerda, dianteira esquerda, posterior direita, anterior direita. No passo calmo, os pés de trás tocam o solo adiante das pegadas feitas pelos pés da frente. No passo ordinário, os passos são mais curtos e mais elevados, e os pés de trás tocam o solo atrás das pegadas dos pés dianteiros. No alongado, os pés de trás tocam o chão antes das impressões dos pés da frente. No livre, todo o esquema é prolongado.

jyTROTE - O trote é o andamento simétrico, a dois tempos, em que um par diagonal de pernas toda o solo simultaneamente e, depois de um momento de suspensão, o cavalo salta apoiado no outro para diagonal. Por exemplo: no primeiro tempo, o pé anterior esquerdo e o pé posterior direito pousan no solo juntos ( diagonal esquerda ). No segundo tempo, o pé dianteiro e o pé traseiro esquerdo pisam juntos ( diagonal direita ). No trote, o joelho jamais avança a frente de uma linha imaginária perperdicular tirada do topo da cabeça do animal até o solo. As estilizações supremas do trote são a piaffer, em que o cavalo, sem avançar, fica batendo no chão, alternadamente, com os pés dianteiros; a passagem ( esp. paso, fr. pas de côté ), em que ele se desloca para o lado, trocando os pés, sem avançar.

dgCÂNTER - O cânter ( do ing. canter ) é um andamento a três tempos, em que o cavalo avança com a perna dianteira direita quando gira para a direita e vice-versa. Quando o cavalo tenta virar para a esquerda avançando com a perna dianteira direita, portanto, a do lado de fora no movimento, esse avanço é chamado um "avanço falso" ou cânter com a perna errada. A sequência de pisadas que dão as três batidas rítmicas no chão são, quando o movimento se inicia com a perna dianteira direita: posteior esquerda, esquerda diagonal ( em que as pernas dianteiras direita e traseira esquerda, tocam o solo simultâneamente ) e, por fim, perna dianteira direita - dita "de guia".

grGALOPE - O galope é o mais rápido dos quatro andamentos naturais. Descrito habitualmente como um andamento a quatro tempos, sofre variações na sequência de acordo com a velocidade. Com a perna dianteira direita na liderança, a sequência de pisadas é a seguinte: posterior esquerda, posterior direita, ao que se segue um período de suspensão total, em que todos os pés estão no ar. Um puro-sangue inglês ( thoroughbred ) galope a 48 Km/h ou mais. O pé mais avançado toca no chão em linha com o nariz, mesmo que, estirada a perna ao máximo, o pé fique no ar à frente dessa linha.

referencia:http://mamacavalo.nireblog.com/pag_2/

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Thu, 27 Mar 2008 16:07:47 +0100
Alimento http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/alimento http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/alimento ALIMENTO

galopes

A quantidade de alimento consumido varia de acordo com o trabalho e a fase de desenvolvimento do animal. Os cavalos adultos que não fazem exercícios mais rigorosos e não trabalham não precisam de ração e devem comer cerca de 1,5% de seu peso em feno. Portanto, um animal de 500 kg que viva nessas condições precisa de 7,5 kg diários de feno (ou 26 kg de capim), mais sal à vontade.

Já os cavalos de esporte e trabalho, que comem ração, precisam do dobro - cerca de 3% de seu peso. As proporções entre volumoso e concentrado seguem a tabela. Assim, um cavalo de 500 kg que trabalhe na fazenda ou faça exercícios de equitação para amadores, sem participar de competições, precisa de 6 a 7 kg de feno (21 a 24 kg de capim), mais 5 a 7 kg de concentrado e sal â vontade. A dieta também vale para os garanhões em reprodução.

As éguas em gestação precisam da mesma quantidade, 3% do peso, mas a necessidade de concentrado não é tão grande como a dos cavalos de trabalho. Uma boa alimentação para uma égua de 400 kg seria dividida entre 8 e 9 kg de feno (27 a 30 kg de capim) e 3 ou 4 kg de concentrado. Quando começar a fase de lactação, pode-se diminuir o volumoso e aumentar o concentrado (tabela), mantendo a proporção de 3% do peso.

Para os potros, deve-se oferecer volumoso e concentrado nas porcentagens indicadas na tabela. Aos seis meses, quando já desmamou, o potro deve receber cerca de 3 kg de ração por dia, aumentando-se essa quantidade até que, entre 12 e 24 meses, dependendo de seu peso, já esteja comendo como um cavalo adulto.

Referencia:http://mamacavalo.nireblog.com/

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Thu, 27 Mar 2008 15:59:32 +0100
Cuidado com potros (as) http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/cuidado-com-potros-as http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/27/cuidado-com-potros-as Cuidado com potros (as)

potro

Cuidados com Potros (as) Na verdade, os cuidados com os potros (as) começam ainda na vida intra-uterina. Durante o terço final da gestação, a égua prenhe deve permanecer em piquete independente, recebendo suplementação proteica e mineral reforçada em Cálcio e Fósforo. Aos 15 dias da data prevista para o parto, alojar a égua gestante em um piquete maternidade. - A crescente artificialização da criação de equinos vem aumentando a fragilidade dos recém-nascidos, que exigem cuidados especiais, especialmente durante a primeira semana de vida. Mais de 90% dos partos ocorrem à noite, o que dificulta o acompanhamento. Mas se for possivel acompanhar o parto, verificar as seguintes situações: Se as narinas estiverem obstruídas, limpá-las com um pano; Se o clima estiver frio, friccionar o corpo para estimular a circulação sanguínea e a respiração; Se o cordão umbilical não romper no ato da égua se levantar, cortá-lo à uma altura de 2cm do umbigo e tratar com tintura de iodo; Se o reflexo de mamar não estiver presente dentro de duas horas, auxiliar o recém-nascido. Se o problema persistir é sinal de alteração clinica. Será necessária a presença do Médico Veterinário; Se não defecar dentro de 4 a 5h é sinal de retenção do mecônio, devendo ser introduzido o Fleet Enema via ânus. O colostro precisa ser ingerido dentro de, no máximo, 24h. Após este período, as membranas intestinais do recém-nascido não serão capazes de absorver os anticorpos presentes no colostro, imprescindíveis para transmitir imunidade passiva contra enfermidades nas primeiras semanas de vida. Assim, torna-se oportuno manter na farmácia do haras um pequeno estoque de colostro refrigerado, para uso em situações de emergência. No caso de morte prematura do recém-nasci

referencia:http://mamacavalo.nireblog.com/post/2008/01/21/cuidados-com-potrosas

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Thu, 27 Mar 2008 15:55:02 +0100
Puro sangue inglês http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/14/puro-sangue-ingles http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/14/puro-sangue-ingles puro sangue

Escrever sobre o PSI no Brasil é basicamente escrever sobre os grandes haras e os principais corredores que deles saíram, desenhando assim um perfil todo especial da evolução de nossa criação desde seus limites rigorosamente domésticos até a sua entrada, embora ainda um tanto tímida e conquistada realmente por muito poucos, no cenário internacional. Os amadores do século XIX perdem significação. Os construtores mais sólidos e profissionais do século XX são os verdadeiros autores desta tão curta história. Através da vida destes haras, nossas corridas de cavalo, nossos cavalos de corrida ganham o exato colorido, de início pintado de maneira um tanto impressionista e, pouco a pouco, ganhando maior nitidez.

Para entendermos o PSI, dois nomes surgem como fundamentais no mundo da criação: o Haras Guanabara e os Haras São José e Expedictus. O primeiro representou, quando de sua fundação e do surgimento nas pistas de sua primeira geração completa (a de 1945), uma profunda e estrutural revolução dentro da nossa história; seu turning-point indiscutível. Com o Guanabara, tudo que veio antes dele e insistiu em manter a mesma política de criação simplesmente naufragou. A revolução imposta pelos irmãos Roberto e Nelson Grimaldi Seabra no campo de criação construído em Bananal (trazendo um pouco da Normandia para o interior de São Paulo) provocou uma renovação e uma atualização em limites que, até hoje, são percebidas pela influência sobre os inúmeros novos haras (pequenos ou grandes) que foram fundados desde então.

A política dos irmãos Seabra no Guanabara foi absolutamente internacional. Da formação dos piquetes ao emprego de pessoal altamente qualificado, da importação de garanhões ao rigor admirável na seleção das linhas maternas para a formação de seu plantel básico de éguas-mães, da preocupação com os acasalamentos que implicaram no envio de reprodutoras para a Europa e para a Argentina até o extraordinário bom gosta de suas construções,

Padrão do Cavalo Puro-Sangue Inglês

Pelagem – preto (uniforme), castanha (com suas variações), alazão (tostado e ruão) e todilho (com suas variações).

Altura – em torno de 1.60m.

Peso – aproximadamente 450kg.

Temperamento – energético, de grande vitalidade e as vezes indóceis.

Cabeça – perfil reto ou levemente ondulado, olhos grandes e expressivos, pálpebras finas, narinas grandes, finas e dilatadas nas asas, orelhas esbeltas, finas e móveis.

Pescoço – reto e bem musculoso, comprido e bem unido ao tronco, crina fina e discretamente abundante.

Cernelha – discretamente elevada e musculosa na base.

Dorso – reto, comprido e musculoso, largura proporcional, em união reta com a região lombar.

Lombo – largo, curto em prolongamento reto ao dorso e bem unido a garupa, formando um só corpo.

Peito – visto de frente deve ser ligeiramente estreito e sem exagero de profundidade para conservar a harmonia.

Tórax – visto de perfil deve dar a impressão de grande capacidade pulmonar, tão comprido quanto possível, com costelas compridas e pouco arqueadas com tendência à direção caudal.

referencia:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/andaluz.jpg&imgrefurl=http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/cavalos.asp&h=316&w=350&sz=17&hl=pt-BR&start=13&um=1&tbnid=VksQtwQrBDtH7M:&tbnh=108&tbnw=120&prev=/images%3Fq%3Dra%25C3%25A7as%2Bde%2Bcavalo%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

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Fri, 14 Mar 2008 16:04:57 +0100
Paint horse http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/14/paint-horse http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/14/paint-horse paint horse

A raça já foi descartada por muitos criadores por ser pintada. Hoje em dia, essa mesma característica dá o nome ao Paint Horse, que já é o primeiro em preço e o terceiro em criatório nos Estados Unidos. No Brasil é um dos campeões de importação e o número de associados da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Paint (ABC Paint) cresce geometricamente. A projeção que a raça ganhou nos últimos cinco anos acompanha sua valorização no mercado de eqüinos. O principal fato de tamanho sucesso? O próprio cavalo.

Contar a origem do Paint Horse é obrigatoriamente passar pela história do Quarto - de - Milha. O Paint é derivado do QM, que também tem origem norte - americana.

Ele é o resultado do cruzamento do Puro Sangue Inglês com o chamado Mustang Americano, que era o cavalo nativo e selvagem dos Estados Unidos. A colonização feita pela Inglaterra levou para o país os cavalos ingleses.

Os cavalos além da funcionalidade, também eramusados para a diversão naquela época. Nas corridas de 400 metros, o filho do cruzamento do cavalo inglês com o nativo americano era o melhor. Por isso ele ganhou o nome de quarto - de - milha.

Com a musculatura do Mustang e o sangue do PSI, o QM ganhou os Estados Unidos, indo para o mercado e gerando os mais diversos cruzamentos. Por sua vez, acompanhando as regras do study book do PSI, o QM passou a descriminar o cavalo com machas, classificado como "Artigo 53". Essa regra desprezava animais que tivessem qualquer mancha branca acima de 5 centímetros quadrados no corpo, acima do joelho do animal ou entre o canto da orelha até o canto da boca. Eles então não podiam reproduzir e eram expurgados da raça.

Segundo estimativas da American Paint Horse Association, cerca de 20% dos cruzamentos de QM resultam em um cavalo pintado, o que significa aproximadamente, um universo de 300 mil animais Paints só nos Estados Unidos.

Aceitação

Demorou muito tempo, mas no início da década de 60, os norte - americanos notaram que tinham em mãos um cavalo extremamente versátil, dócil e, com a vantagem da pelagem. Ou seja, em outras palavras, um quarto - de - milha exótico. Em 1962, foi fundada a American Paint Horse Association, que reúne aproximadamente 48 mil criadores. Nestes 38 anos de fundação, a APHA desenvolveu um sistema moderno de seleção genética que permitiu um rápido desenvolvimento da raça e, o que é melhor, com um alto grau de refinamento.

Assim como nos Estados Unidos, a aceitação no Brasil não foi fácil. Quando os primeiros Paints desembarcaram no País, há mais ou menos 8 anos, eles eram encarados mais como um hobby, algo bonito para estar no haras do que como uma raça, que gera negócios, propriamente dita.

Os primeiros importadores estavam em Brasília, onde fundaram a Associação e outros poucos espalhados pelo País. Um deles era o atual Presidente da raça, Orlando Lamônica Júnior, que após uma visita a American Paint Horse, vislumbrou o mesmo sucesso do cavalo aqui no Brasil.

O grande problema era a distância, Brasília está afastada dos grandes centros criadores de eqüinos e não despertaria a atenção dos proprietários de outras raças no Paint Horse. A solução foi mudar a sede e reinaugura - la em Bauru, interior de São Paulo, em 1995.

Solucionado o problema do local, veio o principal desafio: "como tornar uma raça nacional e viável economicamente com apenas algumas dezenas de cavalos no País". A solução foi deixar que a própria raça mostrasse a sua força. Em outras palavras, divulgar o potencial do Paint Horse.

Para tanto, foi realizado em 1995, em Bauru, no mês de novembro, o I Campeonato Nacional de Conformação. A pista mostrava a realidade da raça, apenas 12 cavalos e muita qualidade. A partir de então, a Associação passou a participar de exposições e feiras em diversas partes do País. Promoveu, também dois rodeios em 1996, visando popularizar o nome "Paint Horse".

Com essa movimentação, os criadores de outras raças passaram a perder o preconceito contra a raça. Muitos achavam a penas o cavalo bonito, mas com pouca ou nenhuma função. Com a exploração das qualidades do Paint, o crescimento foi geométrico.

Essas qualidades são a combinação única de versatilidade, onde se destaca em quase todas as provas funcionais existentes; docilidade, característica fundamental para esportes como cavalgada e hobby familiar e, o seu principal diferencial: a pelagem exótica. A cor do pêlo e o padrão fazem do Paint Horse um cavalo único, valorizando qualquer haras. Cada Paint tem uma combinação particular de branco em qualquer outra cor dos eqüinos. As manchas podem ser de qualquer forma ou tamanho e podem ser localizadas virtualmente em qualquer lugar do corpo do animal. Essas características, funcionais e de beleza, é que estão fazendo do cavalo pintado um investimento seguro e certo no mercado.

Uma das provas do crescimento e aceitação do Paint Horse estão nos resultados de coberturas. Em 1995 aconteceram 350 comunicações de coberturas, em 1996 cerca de 890; em 1997, 1320 coberturas; em 1998 um salto para 2.100 comunicações, em 1999 2.357. Em 2000, por sua vez, o total foi de 2.987 coberturas. Isso projeta pra os próximos anos um plantel de aproximadamente 7000 animais.

Não só as comunicações servem de análise. Outro importante dado são as constantes importações que estão sendo realizadas. Os criadores brasileiros de Paint Horse compreenderam, desde cedo, que mais importante que a quantidade é a qualidade. Por isso, no Brasil estão as principais linhagens de Paint e QM em várias modalidades funcionais e de conformação. Aqui também estão campeões mundiais e cavalos altamente premiados no exterior.

O fechamento do Registro que começou progressivamente em 1996 e foi até este ano, também foi fundamental para a raça. Assim, o criador que vai iniciar o plantel já tem em mente que compensa Ter animais puros e selecionados.

Com o número reduzido de animais no País, o Paint Horse vem experimentando algo raro no mercado eqüino brasileiro. A procura é muito maior que a oferta. Nos primeiros leiloes, para se Ter uma idéia, eram poucos os potros e muitos animais importados. Hoje, houve uma inversão. Quem for procurar Paint em haras ou em leilões vai deparar somente com potros. Isto porque, os compradores só aguardam o desmame para adquirir o seu cavalo. Isto, sem dúvida, mostra que a confiança no sucesso da raça é muito grande.

fonte: Expoanimais

referencia:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/andaluz.jpg&imgrefurl=http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/cavalos.asp&h=316&w=350&sz=17&hl=pt-BR&start=13&um=1&tbnid=VksQtwQrBDtH7M:&tbnh=108&tbnw=120&prev=/images%3Fq%3Dra%25C3%25A7as%2Bde%2Bcavalo%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

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Fri, 14 Mar 2008 16:00:44 +0100
O cavalo e seu cavaleiro http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/o-cavalo-e-seu-cavaleiro http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/o-cavalo-e-seu-cavaleiro O cavalo e seu cavaleiro

Texto enviado por Diana Fonseca Coulon

Desenho de Fúlvia Vepilho de Andrade

Era uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista.

Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.

Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.

-- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.

referencia:http://www.saudeanimal.com.br/historia10.htm

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Wed, 12 Mar 2008 23:56:22 +0100
Brasileiro de hipismo (bh) http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/brasileiro-de-hipismo-bh http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/brasileiro-de-hipismo-bh brasileiro de hipismo

A origem do cavalo brasileiro remonta ao início do século, quando alguns criadores europeus começaram a se preocupar em obter cavalos que pudessem ser utilizados nos esportes hípicos. Animais com características próprias, capazes de obter boas performances tanto no salto, como no adestramento e no concurso completo.

Uma rigorosa seleção começou a ser feita em vários pontos da Europa para escolher, entre os animais criados para fins militares, aqueles que demonstrassem ser transmissores potenciais de cavalo de sela.

Alemanha foi a pioneira de produzir cavalos para esporte iniciando o cruzamento dos sangue anglo-árabe e PSI obtendo bons resultados no aperfeiçoamento desse novo modelo de cavalo.

O Brasileiro de Hipismo é um animal energético, determinado e corajoso, embora tenha um temperamento dócil. Sua cabeça é expressiva, nobre, com todos os contornos bem destacados, como se tivessem sido esculpidos. Tem olhos vivos, as narinas grandes e largas e as orelhas de tamanho médio e bem implantadas. O tamanho da cabeça é importante na raça: sendo menor, favorece o equilíbrio do cavalo por ser mais leve.

A nuca deve ser flexível e as guanachas bastante afastadas para que não pressionem a laringe em algumas posturas exigidas no esporte. O pescoço do Brasileiro de Hipismo deve ter uma forte musculatura na parte superior e sua inserção na região das espáduas e da cernelha deve ser larga e forte. É importante destacar o conjunto cabeça-pescoço, pois ele funciona como um balanceador do equilíbrio do animal em toda a sua mecânica de movimentos.

Anatomicamente, o moderno cavalo de hipismo é um cavalo de modelo retangular, graças ao conjunto formado por uma espádula longa e inclinada, com aproximadamente 45 graus em relação ao plano horizontal, cobertura por uma consistente e bem delineada musculatura. Seu dorso é reto, moderadamente largo, coberto com músculos fortes e achatados e com comprimento proporcional ao corpo. O lombo do cavalo de hipismo é largo e forte, fazendo a ligação perfeita com a garupa que vista de lado parece ser longa e discretamente inclinada

fonte: Expoanimais

referencia:http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/ver.asp?id=4

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Wed, 12 Mar 2008 23:33:59 +0100
Origem dos Cavalos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/origem-dos-cavalos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/origem-dos-cavalos Origem dos Cavalos

Os cientistas acreditam que o mais antigo antepassado do cavalo era um pequeno animal com 25 a 50cm de altura. Dão a esse animal o nome científico Eohippus - em português, eoípo.

Eohippus

O eoípo viveu a cerca de 55 milhões de anos na parte do mundo que é hoje a Europa e a América do Norte. Esses cavalos pré-históricos tinham o dorso arqueado (curvo) e o nariz em forma de focinho.

Tinham 4 dedos nos pés dianteiros, e três dedos noss pés traseiro. Cada dedo terminava com um pequeno casco separado. Grandes almofadas resistentes evitavam que os dedos tocassem o chão. Eram essas almofadas que sustentavam o peso do animal.

hjgih

O mais importante antepassado do cavalo, a seguir, foi o Mesohippus - ou em português mesóipo. Ele viveu a cerca de 35 milhões de anos atrás. O mesóipo tinha em média 50cm de altura, e suas pernas eram cumpridas e finas. Cada pé tinha três dedos, sendo que o do meio era o mais longo.

Há cerca de 30 milhões de anos o mesóipo deu lugar ao Miohippus em português miópio. Este tinha cerca de 70cm de altura, e seu dedo médio era mais comprido e mais forte do que o de seus antepassados.

Animais parecidos com o cavalo continuaram a evoluir, e há cerca de 26 milhões de anos o Merychippus se desenvolveu, tinha cerca de 1m de altura. Como o miópio ele tinha três dedo, entretanto os laterais eram quase inúteis, terminava em um casco curvo que sustentava o peso inteiro do animal.

Em 1 milhão de anos atrás, os cavalos tinham provavelmente a mesma aparência do cavalo moderno pois se tornaram maiores do que seus antepassados. Os dedos laterais se transformaram em ossos laterais das patas e deixaram com que o casco central, grande e robusto, sustentasse o peso do animal. Os dentes também mudaram, passaram a ser mais aptos a comer capim. Os cientistas agrupam esses cavalos junto com seus antepassados em um gênero chamado Equus.

Não se sabe onde se originaram os cavalos de hoje, mas fósseis indicam, que na era glacial, eles viviam em todos os continentes, exceto na Austrália. Grandes manadas vagavam pela América do Norte e Sul. Posteriormente, por uma razão desconhecida, eles desapareceram do hemisfério ocidental.

fonte: Escola Incitatus

referencia:http://pets.cosmo.com.br/info/cavalos/origem.asp

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Wed, 12 Mar 2008 23:29:55 +0100
Por que é que se coloca ferradura nas patas dos cavalos ? http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/por-que-e-que-se-coloca-ferradura-nas-patas-dos-cavalos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/12/por-que-e-que-se-coloca-ferradura-nas-patas-dos-cavalos ferradura

O cavalo pisa sobre a extremidade de um único dedo, protegido por um casco, que é uma unha córnea. Na Antiguidade, os cavalos não usavam ferraduras e os cascos se desgastavam depressa, por isso, eles não trabalhavam por muito tempo.

Por volta do século X, no Ocidente, descobriram a ferradura e passaram a colocá-las nesses animais. Os cravos da ferradura são fixados na parte morta do casco e isso ajuda a não "gastar" o casco do cavalo.

Os dentes são o principal meio para se determinar, com segurança, a idade aproximada do cavalo. Os dentes vão ficando mais alongados com o passar dos anos.

referencia:http://smartkids.terra.com.br/pergunte/mamiferos/cavalo.html

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Wed, 12 Mar 2008 16:13:01 +0100
o cavalo e o poço http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/o-cavalo-e-o-poco http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/o-cavalo-e-o-poco O Cavalo e o Poço

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.

O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.

Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando o cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente, conseguiu sair!

Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história.

Não aceite a terra que jogarem sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.

E quanto mais jogarem, mais você vai subindo, subindo, subindo, ...

Sorrindo, sorrindo, sorrindo, ...

Autor Desconhecido

referencia:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.conscienciacosmica.com.br/Images/hist-cavalo.jpg&imgrefurl=http://www.conscienciacosmica.com.br/hist-cavalo.htm&h=768&w=1024&sz=60&hl=pt-BR&start=46&tbnid=pvwTZ55bdkpciM:&tbnh=113&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3Dcavalo%26start%3D40%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN

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Mon, 03 Mar 2008 15:39:57 +0100
Doenças e Afecções - Encefalite Eqüina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/doencas-e-afeccoes-encefalite-equina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/doencas-e-afeccoes-encefalite-equina Doenças e Afecções - Encefalite Eqüina

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Editora Chefe

Esta doença também é conhecida como falsa raiva, peste-de-cegar, doença de Aujesky. Ela é causada por vírus que atacam o sistema nervoso central dos eqüinos e causam pertubações diversas. O índice de mortalidade é de 60%.

A encefalite eqüina é uma virose aguda e grave que atinge, principalmente os rebanhos dos Estados Unidos da América e algumas regiões do norte da América do sul. Além dos eqüídeos, pode também atacar outros mamíferos como o homem, pássaros e répteis. Dentre os eqüídeos, os cavalos são os mais suscetíveis.

Nos animais doentes o vírus se encontra no sangue, vísceras e medula óssea. É transmitida por morcegos hematófagos, carrapatos e provavelmente mosquitos. Pode contagiar pelas fossas nasais e pelas vias digestivas.

Sua incidência é variável e ataca animais de todas as idades, principalmente potros. A encefalite eqüina é produzida por três tipos de vírus já diagnosticados: tipo Leste; tipo oeste; tipo Venezuelano. No Brasil foi isolado apenas o virus tipo Leste americano. Estes vírus são imunologicamente distintos, variando também sua virulência, ainda que seus sintomas sejam análogos.

SINTOMAS - no Brasil, especialistas que estudaram a enfermidade descrevem os sintomas que se seguem:

pertubações na locomoção - incoordenação motora, andar irregular e em círculo;
febre (no processo inicial de viremia);
hipersensibilidade ao ruído, tato e períodos de excitação com aparente cegueira;
sonolência, apatia, quedas freqüentes;
visão comprometida, daí o nome de "peste-de-cegar".
emagrecimento rápido;
pálpebras caídas
apátia e apoio da cabeça nos obstáculos, do que resulta o aparecimento de escoriações mais ou menos extensas;
Na última dase o animal deita-se em decúbito lateral completo e debate-se desordenadamente com os membros, perfurando o solo numa profundidade de 20 a 30 cm, em forma de segmento de círculo (movimento de pedalagem). Geralmente a duração da moléstia é de 2 a 7 dias.

PROFILAXIA - resume-se nas seguintes medidas:

combate aos mosquitos;
desinfecção dos alojamentos;
vacinação dos animais suscetíveis - Não se deve esquecer, porém, que as vacinas só protegem contra o tipo de vírus com que foram preparadas.
TRATAMENTO - Os animais doentes devem ser retirados do trabalho e colocados em local sossegado e escuro, mantidos sob boas condições higiêncas. O soro antiencefalomielítico, eficaz apenas no início da enfermidade, que deve ser aplicado por um médico veterinário.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Editora Chefe

BIBLIOGRAFIA:

Millen, Eduardo - Guia do Técnico Agropecuário "Veterinária e Zootecnia"

Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1984
Edwarads, Elwyn Hartley - Horse

A Dorling-Kindersley Book - 1993
Santos, Ricardo de Figueiredo - Eqüideocultura

J. M. Varela Editores, 1981

Torres, A. Di Paravicini e Jardim, Walter R. - Criação de Cavalos e outros eqüinos

Nobel, 1987

referencia:http://www.saudeanimal.com.br/encefalite.htm

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Mon, 03 Mar 2008 15:30:23 +0100
cavalo doenças e afecções-cólica equina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/cavalo-doencas-e-afeccoes-colica-equina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/03/cavalo-doencas-e-afeccoes-colica-equina Cavalo

Doenças e Afecções - Cólica Eqüina
Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Editora Chefe

As cólicas são resultantes de doenças do aparelho digestivo ou de outros órgãos e, são classificadas como verdadeiras e falsas.

As cólicas verdadeiras são causadas por doenças dolorosas do estômago e intestinos, com defecação anormal.

As falsas cólicas são oriundas de enfermidades do peritônio, baço, rins, órgãoes internos, assim como de doenças infectuosas ou intoxicações alimentares.

Como o cavalo tem um estômago pequeno, que exige rações frequentes e pouco volumosas, a maioria dos casos de cólicas tem origem em uma irregularidade na alimentação. Os ataques de cólicas surgem como conseqüência de alterações bruscas na qualidade de alimentos, irregularidade na distribuição da ração, alimentos finamente moídos, refeição imediatamente antes da entrada no trabalho e abeberamento depois da refeição e alimentos deteriorados.

SINTOMAS - existe dois tipos de cólica: a espamódica e a flatulenta.

Espamódica - a dor é contínua, de maneira que, entre os ataques, o cavalo pode mostrar aparência normal. Durante o ataque, os principais sintomas são os seguintes: o animal deita-se e levanta-se; retorce-se no solo; dá cabeçadas na barriga; dá patadas e traspira profundamente; apresenta a boca seca e conjuntiva injetada; à medida que o mal progride, os períodos de calma vão se tornando mais curtos e os espasmos mais intensos.
Flatulenta - que resulta da distensão do estômago ou intestino pelos gases produzidos em excesso pela fermentação dos alimentos, mostra estes sintomas: dor contínua, porém, pouco intensa; o abdome apresenta-se distendido e o animal muda constantemente de posição, com vontade de deitar-se mas com medo de fazê-lo.
TRATAMENTO - o tratamento da cólica é feito com a finalidade de eliminar a causa e aliviar a dor. O animal deve ser colocado numa baia, sem comida. Em seguida o médico veterinario deve ser comunicado para que possa aplicar a medicação correta.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Editora Chefe

BIBLIOGRAFIA:

Millen, Eduardo - Guia do Técnico Agropecuário "Veterinária e Zootecnia"

Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1984
Edwarads, Elwyn Hartley - Horse

A Dorling-Kindersley Book - 1993
Santos, Ricardo de Figueiredo - Eqüideocultura

J. M. Varela Editores, 1981

Torres, A. Di Paravicini e Jardim, Walter R. - Criação de Cavalos e outros eqüinos

Nobel, 1987

referencia:http://www.saudeanimal.com.br/colica.htm

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Mon, 03 Mar 2008 15:26:37 +0100
Marcas de Identificação http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/marcas-de-identificacao http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/marcas-de-identificacao marca

Marcas de Identificação

As marcas ou sinais brancos na face, focinho e pernas são meios de identificação e vêm registrados na documentação exigida pelas entidades responsáveis (stud books). Além desses sinais, marcas no próprio corpo do animal ou manchas brancas podem ocorrer na parte inferior do ventre e nos flancos. As manchas no corpo do cavalo são mais frequentes nos Clydesdale do que em cavalos de outras raças.

Sinais de Identificação:

Pêlos brancos causados pela sela ou esfoladuras produzidas por atrito da barrigueira são ‘sinais adquiridos como as marcas feitas com ‘ferrete’ (ferro em brasa). Como essas marcas ‘a fogo', as marcas ‘a frio’ resultam em séries de letras ou figuras de identificação – feitas de pêlos brancos (ou negros, em cavalos claros). Monogramas ou símbolos podem ser gravados a fogo, no casco. Redemoinhos e topetes são usadas para identificação, já que a disposição irregular de pêlos é permanente. As castanhas, pequenas calosidades ou excrescências córneas na face interna das pernas do animal valem como impressões digitais. Individuais e permanentes; mas não se usam para fins de identificação.

deg

As pelagens nas pernas – denominadas ‘calçamentos’ podem ser. ‘traço de calçado’, se o branco não dá volta à perna; ‘talão branco’, se atinge só o talão; ‘alto caçado’ quando chega ao joelho ou ao joanete; ‘médio calçado’, se alcançar o meio da canela; ‘baixo calçado’, se chega ao boleto; ‘cascalvo’, se o casco é branco. Quando o animal é ‘calçado’, dos membros anteriores, se diz ‘manalvo’; se é ‘calçado’ dos membros posteriores, ‘pedralvo’. Riscas horizontais (zebra markings), anéis de pêlos pretos, são de origem primitiva e tinham fins de camuflagem. Podem ser vistos em raças de grandes antiguidade, como highland e fjord. Os cavalos das pinturas parietais de Lascaux, na França têm marcas assim, sendo extraordinariamente semelhantes ao highland.

Coloração dos Cascos:

Cascos de matéria córnea azul-ardósia são considerados ideais. Acredita-se que a ceratina de que se compõem tenha textura densa e de grande rigidez. Em contrapartida, em cascos brancos é tido por ‘mole’, incapaz de resistir bem à usura do atrito. Não há prova de que essas asserções sejam verdadeiras. Pés brancos acompanham pernas ‘calçadas’. Os Appaloosas e outros cavalos manchados têm cascos ‘tigrados’ (com listas verticais negras).

referencia:http://mamacavalo.nireblog.com/pag_2/

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Sat, 01 Mar 2008 17:02:16 +0100
adestramento http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/adestramento http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/adestramento adestramento

O adestramento ou dressage (que deriva da palavra francesa dressur, que significa "treinar") é uma das três modalidades eqüestres olímpicas, regulada pela Federação Eqüestre Internacional (FEI). O objetivo geral do Adestramento é auxiliar o cavalo a desenvolver, através de diversos exercícios, a capacidade de executar todos os seus movimentos naturais, tornando-o um animal flexível, calmo, atento ao cavaleiro e, portanto, agradável de se montar.

Partindo deste princípio, em tese todo cavalo de sela deveria receber tal treinamento, mesmo em nível básico. Os cavalos destinados à competição necessitam, porém, de treinamento avançado, que é realizado em escalas, do iniciante ao Grand Prix (Grande Prêmio).

Animais que atingem tal nível de treinamento devem dar a impressão de "flutuar" pela pista sem o auxílio do seu cavaleiro, com os movimentos mais complexos realizados sem esforço aparente. Por isso, a modalidade é muitas vezes conhecida como "Ballet Eqüino".

As origens do adestramento se encontram nos escritos de Xenofonte, da Grécia Antiga, que pregava o treinamento dos cavalos sem violência e seguindo sua movimentação natural. Não se sabe se os célebres cavaleiros da Idade Média seguiam seus métodos, embora isso seja pouco provável - aparentemente, o controle dos animais era feito através de embocaduras extremamente severas, esporas violentas e exaustão física.

Durante o Renascimento europeu, os princípios gregos de Xenofonte foram revividos e a Equitação Clássica se tornou um dos principais passatempos dos reis e nobres. Estes passaram, então, a criar cavalos que possuíssem maior facilidade de executar os movimentos deles exigidos e desenvolver embocaduras e selas mais adequadas à modalidade. Até hoje, os cavalos da Alta Escola de Equitação de Viena e de Saumur, na França, são treinados de acordo com tais ensinamentos e apresentados com equipamentos idênticos aos da época.

referencia:http://mamacavalo.nireblog.com/pag_3/

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Sat, 01 Mar 2008 16:54:52 +0100
Salto de Obstaculos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/salto-de-obstaculos http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/salto-de-obstaculos salto

A prova de saltos de obstáculos é uma competição em que tanto o cavalo como o cavaleiro são avaliados, segundo certas regras durante um percurso de saltos.

História

Desde há 3000 anos que se monta a cavalo, mas saltar a cavalo é um conceito relativamente recente. Os saltos de obstáculo surgiram com os caçadores de raposas ingleses, que montados nos seus cavalos, saltavam muitas sebes e cercas que dividiam os campos. Só a partir da segunda metade do séc. XVIII é que se começou a dar atenção aos saltos a cavalo, e esta disciplina equestre evoluiu a muito custo, tendo como grande idealista o Conde Lucas de Albuquerque Lourenço, espanhol nascido na inglaterra, e sem dúvidas o cavaleiro que ficará marcado na vida de todos os atletas que o esporte seguem.

Regras
Estas provas têm o objectivo de demonstrar algumas qualidades do cavalo, como: força, potência, obediência, velocidade, respeito pelo obstáculo. O cavaleiro é avaliado pela sua equitação.

O vencedor da prova é o concorrente que tiver menos penalizações (pontos) e fizer o percurso mais rápido, o que somar mais pontos ou então aquele que mais se aproximar do tempo ideal, conforme o tipo de prova.

Existem vários tipos de provas dentro dos saltos de obstáculos, como:

As provas sem cronómetro, podem ser de tempo ideal, na qual a pista é medida e da-se um tempo para concluir o percursso quem mais se aproximar desse tempo com menor penalização ganha a prova.
Com cronómetro, em que a velocidade é determinante para o resultado das provas.
As provas com barrage, em que os conjuntos que no primeiro percurso tiveram os mesmos pontos, desempatam, num percurso reduzido, com base nas penalizações e no tempo.
As provas de potência, um máximo de quatro barrages, onde a altura dos obstáculos é sucessivamente aumentada.

Tabela de Faltas
Derrube - 4 pontos
1ª desobediência - 4 pontos
2ª Desobediência - eliminação
Queda do cavalo ou cavaleiro - eliminação
Erro no percurso - eliminação
Tempo excedido numa prova cronometrada - 1 ponto por segundo
Eliminado o cavaleiro que não tiver adequadamente uniformizado (capacete, culote branco ou bege, bota preta , camisa com gola branca, e casaca(nem sempre é obrigatória)
Refugo do cavalo perante o obstáculo - 4 pontos
2 refugos - Eliminação

referencia :http://mamacavalo.nireblog.com/pag_3/

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Sat, 01 Mar 2008 16:51:47 +0100
Anemia Infecciosa Equina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/anemia-infecciosa-equina http://tudosobrecavalo.nireblog.com/post/2008/03/01/anemia-infecciosa-equina anemia

Esta doença. também conhecida como "febre dos pântanos", é produzida por um vírus. É mais freqüente em terrenos baixos e mal drenados ou em zonas úmidas muito florestadas.

Apresenta-se em várias formas clínicas, todas com importância e é disseminada em todo o mundo.

Os estudos iniciais desta doença foram realizados na França em 1843; em 1859 foi constatado pelo pesquisador Anginiard o caráter contagioso da doença, sendo que a primeira demonstração de doença virótica foi feita em 1904/1907.

No Brasil, a primeira descrição desta doença verificou-se em 1968, por Guerreiro e col.
Os animais ficam suscetíveis à enfermidade quando têm resistência orgânica diminuída por um trabalho excessivo, calor intenso, alimentação inadequada e infestação por vermes.
A doença tende a apresentar-se sob forma enzoótica em fazendas ou áreas, não havendo disseminação fácil e rápida, nunca se observando, segundo Scott, contágio de animal para animal.

Graves perdas são causadas nas áreas endêmicas, podendo desaparecer a mortalidade com o passar do tempo.

Observação feita por Fulton, que injetou água de charcos na veia de eqüinos reproduzindo a AIE, veio confirmar a teoria de Lohr, isto é, de que a infecção natural advém da ingestão, pelos insetos transmissores, de água ou alimentos contaminados.

O vírus está presente no sangue, saliva, urina, leite, etc.

Os surtos aparecem quando é introduzido na manada um animal infectado ou portador. Casos crônicos podem existir em qualquer época do ano e, são mais suscetíveis os animais desnutridos, débeis e parasitados.

TRANSMISSÃO

É feita principalmente por insetos sugadores (moscas e mosquitos). Já foram também comprovadas as transmissões congênitas (placentária), pelo leite (aleitamento), pelo sêmen (acasalamento) e pelo soro-imune.

As mucosas nasal e oral, intactas ou feridas, podem ser portas de entrada do vírus.

O uso sem assepsia de material cirúrgico, por pessoas não-habilitadas, também aumenta a probabilidade da infestação. O animal, uma vez infectado, torna-se portados permanente.

SINTOMAS

Há uma forma aguda e outra crônica. Todavia o vírus pode estar presente no sangue do animal sem produzir qualquer sintoma.

A forma aguda é assim caracterizada:

a) febre que chega a 40,6c;
b) respiração rápida;
c)abatimento e cabeça baixa;
d)debilidade nas patas, de modo que o peso do corpo é passado de um pé para outro;
e)deslocamento dos pés posteriores para diante;
f)inapetência e perde de peso.
Se o animal não morre em três a cinco dias, a doença pode tornar-se crônica.

Na forma crônica observa-se ataque com intervalos variáveis de dias, semanas ou meses. Quando o intervalo é curto, em geral a morte sobrevêm depois de algumas semanas.

Com ataques há grande destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, o que resulta em anemia.

A doença pode acometer eqüídeos (burros, zebra, etc.), de qualquer raça, sexo e idade. A Tem como vetor, insetos hematófagos, porém, a transmissão pode ocorrer através de agulha usada. Todo proprietário deve fazer duas vezes por ano, exame eliminando os animais positivos e comunicar à Casa da Agricultura.

Qualquer eqüídeo, para ser transportado precisa ter atestado de anemia eqüídeo infecciosa negativa.

PROFILAXIA

Combate aos insetos e manutenção de boas condições sanitárias; drenagem nos pastos alagados e fiscalização das aguadas e bebedouros, a fim de que os animais não bebam água estagnada; não introdução de animais infectados na fazenda; uso de agulhas hipodérmicas e instrumentos cirúrgicos só depois de bem esterilizados.

TRATAMENTO

Ainda não é bem conhecido qualquer tratamento eficaz. Aumentar a resistência do animal, desintoxicar o fígado e fortalecer o coração, intensificar o metabolismo. Existem estudos recentes, mas por enquanto o animal que apresentar Teste de Coggins positivo deve ser sacrificado.

CONTROLE

Isolar os animais com sintomas suspeitos (fazer o Teste de Coggins);
Retestar periodicamente todos os animais;
Evitar a entrada na fazenda de animais vindos de zonas enzoóticas sem os testes negativos recentes de imunodifusão;
Drenar as zonas pantanosas e controlar os insetos transmissores;
Todo material usado nos animais (para cirurgia, tatuagem, injeções, abre-bocas etc) deve ser esterilizado por fervura por mais de 30 minutos;
A possibilidade de uma vacina é remota, pois muitas já foram experimentadas e até o momento nenhuma apresentou resultados satisfatórios.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo e Editora Chefe

Bibliografia:

Millen, Eduardo - Guia do Técnico Agropecuário "Veterinária e Zootecnia"
Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1984

Edwarads, Elwyn Hartley - Horse
A Dorling-Kindersley Book - 1993

Santos, Ricardo de Figueiredo - Eqüideocultura

J. M. Varela Editores, 19811

referencia:http://www.saudeanimal.com.br/artigo6.htm

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Sat, 01 Mar 2008 16:21:43 +0100